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Ideias para comer pelo mundo | página 46 de 66

Maurícia

Rhumerie de Chamarel: visita e prova numa destilaria da Maurícia

A Rhumerie de Chamarel é uma destilaria familiar nas montanhas do sudoeste da Maurícia que destila rum exclusivamente a partir do sumo fresco da sua própria cana-de-açúcar. Deixa os visitantes acompanhar toda a produção, da moenda aos alambiques de cobre e às barricas, e termina a visita com uma prova. O artigo explica de quem vem o nome Chamarel, porque é que a destilaria é tão nova e como decorrem a visita e a prova.

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Canne à Sucre: o banquete mauriciano de uma família em Flic en Flac

O Canne à Sucre Chez May é um pequeno restaurante familiar em Flic en Flac, na Maurícia, onde a dona cozinha em casa um único menu. O banquete começa com lulas, continua com caril de frango e onze tigelas de acompanhamentos e acaba com banana grelhada em rum, Ti Punch e rum caseiro de ananás. Reserva-se por WhatsApp com vários dias de antecedência.

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Sumo de cana-de-açúcar: a bebida fresca dos mercados mauricianos

A cana-de-açúcar cobre a maior parte da terra arável da Maurícia e o sumo acabado de espremer faz parte dos mercados tanto como as especiarias. Um copo de ju kann com gelo surpreende por ser tão pouco doce - e por durar tão pouco. Bebi-o no Mercado Central de Port Louis e conto o que esta erva tem a ver com o rum e com a eletricidade das tomadas da ilha.

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Alouda: a bebida mauriciana de leite com sementes de manjericão

O alouda é uma bebida mauriciana espessa, feita de leite, xarope, sementes de manjericão e gelatina de agar-agar ralada, quase sempre com uma bola de gelado. É filho da falooda indiana, que na travessia do oceano perdeu os fios de massa e uma letra do nome. Bebi-o mesmo à fonte - na banca Alouda Pillay, no Mercado Central de Port Louis, onde o vendem desde a década de 1930.

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Mercado Central de Port Louis: o bazar da capital da Maurícia

O mercado coberto no centro de Port Louis vende fruta, legumes, especiarias e peixe desde 1845 - os portões de ferro fundido ornamentados chegaram nessa altura de barco, vindos de Glasgow. O pavilhão principal cheira a ervas aromáticas e a masala, ao lado ficam os pavilhões da carne e do peixe e no edifício à parte, com os seus pequenos bistros, serve-se alouda. O dia de maior movimento é o sábado e só se regateia lá em cima, nas bancas de lembranças.

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Mercado da Estação Victoria: street food no novo terminal de Port Louis

O Mercado da Estação Victoria é um mercado coberto dentro do Victoria Urban Terminal, o nó de transportes no centro de Port Louis de onde partem os autocarros para o sul e o oeste da Maurícia e o Metro Express para Quatre Bornes e Curepipe. Debaixo do mesmo telhado da estação estão as bancas de fruta, os balcões com dholl puri, roti e gâteaux piments para levar e um supermercado.

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Satini pomme d'amour: o chutney mauriciano de tomate

Em França, a pomme d'amour é a maçã caramelizada das feiras; na Maurícia, é o nome do tomate. O satini pomme d'amour é um chutney cru, picado bem fino, de tomate, cebola, coentros e malagueta, que na ilha acompanha quase todos os pratos - do roti ao briani. No nome cruzam-se o francês antigo e uma palavra indiana que deu a volta ao mundo.

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Rasgulla: bolinhas de leite fritas em calda

Na Maurícia, a rasgulla frita-se com leite em pó e só depois vai dar um mergulho numa calda de cardamomo - e na Índia uma bolinha destas chamar-se-ia gulab jamun. Escrevo sobre o doce indo-mauriciano do Divali e sobre a maneira como uma sobremesa de hotel me mudou a opinião sobre massa frita em calda.

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Mine frit: os noodles fritos da Maurícia

O mine frit são noodles finos de trigo salteados no wok com carne, legumes e tiras de omelete, temperados com molho de soja e molho de ostras. Trouxeram-nos para a Maurícia os imigrantes chineses e a ilha fez deles o seu prato mais comum: vendem-se nas bancas, nos bistros de praia e nos restaurantes. A vizinha Ilha da Reunião conhece o mesmo prato pelo nome de sauté de mines.

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Nam Wah Snack: um bistro sino-mauriciano em Flic en Flac

O Nam Wah Snack é um pequeno bistro sino-mauriciano na estrada costeira em Flic en Flac: um balcão, um wok e algumas mesas debaixo de ventoinhas. A massa frita e cozida, o arroz frito e o bol renversé são feitos ali só depois do pedido, os wontons nadam em caldo de frango claro e os fritos costumam esgotar-se depois das duas. Só se paga em dinheiro.